Oliver Stone renovou a ação, a intriga e o romance familiar das engrenagens financeiras do capitalismo em WALL STREET 2 – O DINHEIRO NUNCA DORME. Um filme com inegável senso de oportunidade que ataca a insanidade do sistema.
É sobre predadores que brincam com a economia (e o destino) dos outros pelo prazer do jogo. É sobre família. Gordon Gekko, 22 anos depois do primeiro filme, passou oito anos na cadeia, da qual saiu disposto a retomar seu lugar em um mundo que perdeu o sentido de ética; Onde o único capitalista decente se mata logo no começo.
Era o mentor de Shia Lebeouf, que por uma dessas coincidências que os roteiristas adoram, namora a filha de Gekko, aliás, Michael Douglas. A garota é interpretada por Carey Mulligan e na ausência de Frank Langella, o suicida, encarna o centro moral da fita.
O grande vilão de toda essa história é Josh Brolin. Gekko, pelo contrário, busca a redenção e ajuda o jovem corretor a vingar seu mentor perdido. Michael Douglas é ótimo, mas Frank Langella é melhor do que ele.
O filme – a história – bebe com oportunismo dos fantasmas da recente crise financeira e resolve seus probleminhas à moda de Hollywood. É comercial? Sim. O filme é bom, mas não genial.
É como se Oliver Stone fosse a versão ficcional de Michael Moore… No caso de WALL STREET 2 – O DINHEIRO NUNCA DORME, é mesmo. O filme flerta (e muito) com CAPITALISMO – UMA HISTÓRIA DE AMOR.
Spoiler Rating: 72
LBC Rating: ~
Pelas Agências Público, Folha, France Press, EFE, AFP, BBC, Variety e Hollywood Reporter & Assessoria de Imprensa de Cannes

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